Cada atitude que tomamos, cada postura que expressamos, reflete diretamente no cosmos (micro, meso ou macrocosmos), nisso se torna evidente o exercício da criação.
Dentro de nós habita uma parcela ínfima de Deus (ou o que tentamos entender por Deus) que se chama Orí Inú, Divina presença Eu Sou, Espírito Santo, Paramatmã, e tantas outras definições...
As religiões foram criadas a partir de uma egrégora oriunda de um herói que se tornou exemplo de caminho filosófico em determinada zona mito-genética. Normalmente esse herói é divinizado com relatos de aventuras fantásticas formando um mito que simboliza a base de determinada doutrina.
Pois bem, é muito salutar que se tome como exemplo esses grandes avatares que a humanidade nos presenteou, mas por outro lado é preciso fazer uma releitura que se possa aplicar e se fazer coerente a nossa realidade atual.
Hoje fazemos o que vai influir diretamente no futuro, por conseguinte fazemos a obra divina a cada instante.
Se não reconhecermos nossa divindade pessoal e a responsabilidade que nos cabe diante de nossas atitudes (mesmo que sejamos ateus) obteremos resultados catastróficos, e é exatamente por esse motivo que o mundo hoje se encontra num estado deplorável.
Muitas religiões foram criadas para dominar e usurpar mentes pouco pensantes durante milênios, e isso já está enraizado no código genético da humanidade, fazendo desse mundo uma massa homogenia e alienada. A individualidade foi perdida e só um GRANDE herói talvez possa fazer alguma coisa, e se o fizer certamente será um mártir como a maioria dos que o antecederam.
sábado, 21 de agosto de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário